Cinco tarefas das equipes de desligamento para a morte

Um texto bem fácil para entendermos o processo de desligamento do espírito na hora  do seu desencarne.

 

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Somente alguns espíritos encarnados têm a capacidade de auto desligamento, ou seja, de desligar os laços que o prendem ao corpo físico. A grande maioria precisa de ajuda e amparo, pois o processo de desligamento é difícil para nós, que ainda estamos ligados “vibratoriamente” ao planeta. Por esse motivo existe na espiritualidade equipes especializadas no desligamento. Elas realizam suas tarefas de acordo com o merecimento dos espíritos que estão desencarnando.
Quando o espírito é merecedor do auxílio que chamaremos de “completo”, eles realizam as seguintes tarefas:

1 – PREPARAÇÃO

O ambiente doméstico, os familiares e o próprio espírito que desencarnará em breve recebem visitas quase que diárias para auxílio magnético e preparação. Alguns recebem uma aparente melhora para consumação das sua últimas tarefas e para o último contato com os que lhe são queridos.
2 – PROTEÇÃO

Existem vampiros, obsessores e equipes das trevas especializadas em “vampirizar” os recém-desencarnados. A equipe espiritual tem como tarefa proteger o corpo físico e etérico (até o desligamento total) e o espírito contra as investidas das trevas.

3 – ENCAMINHAMENTO 

Os espíritos recém-desencarnados são auxiliados para o encaminhamento ao local onde serão amparados, seja um Posto de Socorro, uma Colônia Espiritual ou, infelizmente, largados ao léu, isso só acontece com os que não podem ser auxiliados, devido a grandes débitos ou apego em que se encontra. Ninguém pode ser levado para planos superiores do Astral sem estar preparado.4 – CORTANDO OS LAÇOS

É comum a presença de espírito amigo ou familiar da última encarnação durante o desligamento. A maior parte dos espíritos de nível “médio” de evolução se mantém mais ou menos conscientes do que acontece (depende o grau de desprendimento e evolução). Por isso a presença da mãe, filho(a), irmã(o), etc, tranquiliza o espírito em processo de desencarnação.

5 – O ROMPIMENTO DO CORDÃO DE PRATA

A grande maioria dos espíritos em processo de desencarne ainda se acha ligada de alguma forma à matéria física, seja por amor à família, aos bens, preocupações com os que vão deixar, etc. Em vista disso o processo desencarnatório é gradual e o rompimento do cordão de prata, última etapa no processo de desligamento, só é realizado (na maioria dos casos) após algum tempo.

No livro Voltei e Obreiros da Vida Eterna (ambos de Francisco Candido Xavier) os espíritos são amparados por familiares, mãe e filha, respectivamente.

O tamanho das equipes é variado e geralmente organizado para amparar grupos de espíritos que desencarnarão em um período específico. Junto a equipe de desligamento encontram-se os amigos espirituais dessa ou de outras vidas, os familiares, os amigos espirituais de trabalho (no caso de médiuns), etc .

Não tenha medo de morrer. É voltar pra casa.

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O feminino e o papel da mulher no Terreiro de Umbanda

Já recebemos muitos elogios em relação a esse documentário. Não imaginávamos que haviam muitos umbandistas que desconheciam ainda alguns aspectos da nossa religião.

Esse documentário foi produto a partir de um pedido de um aluno da PUC que deveria fazer um trabalho sobre uma religião e ele escolheu a sua, a Umbanda. Gostei tanto do bate papo que resolvi compilar tudo que havia sido gravado e deu nisso. Com vocês o documentário: 

Por dentro da tenda Espírita Pai Mané de Aruanda: o feminino e o papel da mulher dentro do terreiro de Umbanda.

Esperamos que gostem!

A vida obedece ao Tempo – Sid Soares

Já parou para pensar que tudo na vida obedece ao Tempo, aos dias e anos, e essa força cronológica que o Universo exerce sobre nós é percebido em nossos cabelos quando ficam brancos, em nosso olhar a cada dia mais cansado, e em nosso corpo que passa a caminhar mais lentamente e por vezes arrastado?

Nossa vida, voz, corpo e órgãos envelhecem, mas e nossas emoções? Que curso tomam na estrada do tempo? Não, elas são a única coisa que não obedecem ao peso dos dias. Apenas as emoçoes e sentimentos perduram firmes e seguras transitando entre nós, dançando conosco todos os dias.

Na verdade, são as emoçoes que nos envelhecem ou nos torna jovens, é o peso das mágoas, do rancor e dos medos, é a insatisfação do que não se fez que empurra para baixo os nossos ombros, porque os braços que não trabalham em compasso com o que sonha o coração e nem com o que imagina a mente, se torna atrofiado para o propósito que foi criado. Assim envelhecem o coração, a mente e também os olhos, já que o objetivo deles é justamente enxergar aquilo que o coração quer e que os braços e as mãos ainda não criaram.

Mas também são as emoções que nos mantém jovens e mais que isso, vivos! Embora os anos, preocupações e dúvidas nos marquem o semblante, é a fé, a coragem e o amor o combustível da vida, são esses sentimentos as horas e os minutos do Tempo, que tem como ponteiros os nossos sonhos.

São as nossas esperanças em realizá-los que mantém ereta nossa coluna, nossos olhos brilhantes e o nosso sorriso farto e simples. Os sonhos podem não ter ainda alcançado as nossas mãos mas quando os temos no coração elas, as nossas mãos não cessam de buscá-los!

Mais textos do autor clic Sid Soares

 

Caboclo Pena Branca

Aldeia do Caboclo Pena Branca

Palavras do nosso dirigente:

Em junho de 1985 fui agraciado com uma intuição para escrever a letra da cantiga do Caboclo Pena Branca.

Participação especial do Ogã Jorge Coelho

Gostaria de esclarecer que TODOS os pontos de Ivo de Carvalho são registrados. Eles podem ser cantados nos terreiros, nos centos, nas tendas, nos eventos de Umbanda, mas para comercializá-los só com a permissão do autor.

Letra do Ponto

Que lindo brado eu ouvi naquela aldeia
Naquela aldeia numa noite de luar
Era um caboclo que vinha chegando
Com sua flecha, seu bodoque e seu cocar

Que lindo brado eu ouvi naquela aldeia
Naquela aldeia numa noite de luar
Era um caboclo que vinha chegando
Com sua flecha, seu bodoque e seu cocar

Mas ele veio no clarão da lua
Iluminado por pai Oxalá
Ele é caboclo
Ele é guerreiro
Ele seu Pena Branca
Ele é o rei do Panaiá

 

“Eu vim lá de Angola, eu vim lá do meu congá”

Nós Negros e Negras brasileiras não devíamos esquecer essa data não, como alguns pretendem. Para mim, essa é a data mais importante, pois revela e diz que a LUTA deles NUNCA fora em vão e como diz meu amigo Wallace Lopez Espaçólogo, ainda vivemos o 14 de maio de 1988 até hoje. 

Segue o texto de Sid Soares para reflexão. Um belo texto.

Libertação
Me foi dito por uma entidade chamada Rosa, a quem eu muito agradeço os ensinamentos e mensagens que têm me trazido, que os navios negreiros agora são outros, e também são outros os quilombos onde buscamos nos refugiar e com isso, sem o entendimento das mudanças que nos cercam, na visão espiritual nós no plano físico corremos desesperados de um lado para o outro.

Cada um se refugiando em um esconderijo, um abrigo que a bússola da alma orienta. Segundo ela, o problema é a bússola e num momento onde vemos pessoas deixando pra trás suas casas, cidades e países, nós também somos refugiados, deixando pra trás nossa essência, nossa fortaleza, nossa esperança.

Os agentes divinos da Lei Maior estão trabalhando sem parar para acelerar o processo de evolução dos povos e nações, apressando processos de reencarnação e transmigração espiritual, clareando as mentes e os corações da humanidade e enquanto isso uma gama enorme de espíritos ligados a linha das almas, ou Yofá operam em nosso entendimento, nossos corpos mais sutis, fortalecendo nossa busca pela transformação do ser.

Mesmo que toda a sabedoria faça parte da mente humana, se faz necessário a orientação bondosa e serena de um preto velho, que visa libertar os filhos das encruzilhadas da alma. O cruzeiro ou madeiro, que é o símbolo da iluminação dos homens ultrapassando as esferas possíveis e nos guiando rumo ao impossível brilha hoje sobre o planeta como farol divino, mostrando as almas a direção do Bem.

Ainda que a violência nos assalte, seja na rua, em nossa casa ou mesmo dentro nós quando somos cruéis com nossos sonhos, o 13 de maio é um marco que se apresenta para todos na figura bondosa do preto velho ou preta velha que trabalhando, fazem mais que aconselhar, benzer, rezar…nos educam para a vida, para a nova vida. Não devemos confundir o olhar e a fala apaziguadora deles com uma subserviência humilhante, mas antes perceber que essa energia que recebemos deles é a energia do entendimento, da compreensão e da luta e perseverança pelo que é correto.

Onde houver e enquanto houver num 13 de maio uma oração, uma vela ou um copo d’água, onde houver um rosário ou um canto em louvor as almas e a essa Coroa Ancestral, por certo haverá também uma corrente luminosa ligando os planos da vida em favor do Bem Maior e do Mundo, haverá essa conexão entre a sabedoria e a persistência nos mostrando um caminho.

Nessa data onde os cruzeiros de todo o país se iluminam, os pretos velhos rogam a transformação dos filhos, do entendimento dos filhos. Oram pelo que ainda nos impede a caminhada, e somam forças pela liberdade dos povos começando pelos nossos olhos e corações pois como eles mesmo dizem: Só compreenderemos o sentido e a importância de liberdade quando enxergarmos de fato qual é a nossa prisão.

Rosa ainda me deixou duas perguntas libertadoras: Do que você tem fugido? Onde você tem se refugiado?

Sonhos – Sid Soares

Texto bom deve sempre ser compartilhado.

Ter sonhos, vontade de criar, de construir é o que nos move e nos faz sempre recomeçar. O sonho é ferramenta divina nos impulsionando às conquistas e realizações dentro de nosso merecimento e trabalho.

Um coração sem sonhos é um coração adoecido pelo cansaço de desencontros emocionais ou de decepções e como uma terra seca e árida fica o daquele que não sonha ou que não vislumbra horizontes e não há vida sem sonhos.

A água é o elemento principal da vida e das emoções, pois uma emoção bem trabalhada deve como a água, fluir e seguir seu curso. Ao termos uma emoção mal direcionada a mesma fica estagnada, água parada e suja!

Geradora da vida a água é a própria essência de mãe Iemanjá. Essa mãe Orixá é o útero divino, é quem sustenta a vida e quem ampara cada um de nós no momento do nascimento. Como cantamos, ela é geradora de tudo o que há, mas a geração só pode ocorrer quando há condições favoráveis para isso.

Uma semente depende de terra boa para germinar, e seguindo esse entendimento a terra seria nossa divina mãe Obá, Orixá da maturidade e do entendimento e que é a própria força telúrica, a segurança da terra firme. Apenas quando entendermos com segurança que a vida que nos foi dada tem o propósito sim de nos melhorar, mas que também nos foi dada para vivermos com plenitude, os sonhos voltarão a germinar e crescer.

Toda benção, todo presente divino depende de nosso entendimento em como receber e em como usufruir dessa benção!

Nossas sementes ficam sempre lá guardadas, como ovos no ninho de mãe Oxum, mesmo com a terra ressequida. Mas se o coração estiver maduro e consciente de que bate para ser feliz, as águas de nossa mãe por certo irão molhar essa terra e fazer germinar aquilo que sonhamos!

Sid Soares

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Foto: Sylvia Arcuri Pátio interno do Hospital Psiquiátrico Pedro II Engenho de Dentro

Exu Sete Estradas

Impressionante a história desse espírito. Nosso dirigente tem o privilégio de ser o médium que faz a ligação desse mundo com esse espírito. Sempre ouvi meu pai dizer que ele tinha sido um Soldado Romano. Estivemos em Roma e papai dava detalhes dos lugares onde esse espírito esteve. Agora, ele encontrou uma das descrições em uma página do facebook, na página de Erivaldo Oliveira, que diz o seguinte: 

“Lorde Juan Montés era um homem de muitas posses que vivia próximo a Toledo na Espanha havia herdado toda a riqueza de seus pais que morreram quando ele ainda era uma criança deixando-o sob os cuidados dos criados que eram de confiança da família, muito ambicioso acreditava que todas as formas de se ganhar dinheiro eram válidas desde que o mesmo fosse bem investido, então mesmo sendo muito rico se utilizava de furtos, chantagens e extorquia muitas pessoas e investia tudo em seus negócios, trabalhava com comércio e exportações que estava em alta na época.

Juan ficou sabendo de uma família de mercadores importantes do outro lado da Espanha e se interessou em se aliar e eles então marcou um jantar, só que Juan já havia agregado muitos inimigos no decorrer de sua vida, encarnados e desencarnados e mal sabia que o jantar era a deixa perfeita para uma emboscada armada por seus inimigos,como a viagem ia ser longa resolveu contar por quantas estradas passaria até chegar ao seu destino final, porém ao chegar na sétima estrada sua luxuosa carruagem foi atacada e ele foi cruelmente degolado aos 29 anos!

Passou muito tempo no baixo astral pagando suas dívidas e hoje é um ser de muita luz que ampara e ajuda muita gente, tenho um orgulho enorme e um amor incondicional pelo Guardião que carrego…Laroiê Senhor Sete Estradas!
ele vem na falange de Ogum e que em uma das suas encarnações foi um soldado romano, assim ele se apresenta.

O exu sete estradas é um guardião de terreiro antigo, é um exu raro e não muito conhecido, ele vinha em terreiros antigos de candomblé e umbanda, hoje em dia, são raras as pessoas que tem a sorte de ter esse exu, mas deve-se tomar muito cuidado com quem tem ele, pois ele é da estrada que não tem curvas, ou seja você tem sete estradas para percorrer mas não falhe em todas, por que da mesma forma que ele te ajuda, ele faz o contrário na mesma proporção. é um exu serio, mas as vezes bem brincalhão.

Ele vem nos terreiros cheirando o chão, ou seja querendo saber onde está vindo, quem está no território, é um exu que nas vidas passadas morreu por armadilhas. Ele gosta de bons whiskys, bons cigarros, em dias de festa bons charutos.”

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Presente da Irmã Giza

Ponto composto pelo nosso dirigente, Ivo de Carvalho para o Exu Sete Estradas

Santo Antônio mandou
Santo Antônio é quem manda
Santo Antônio mandou
Exu Sete Estradas firmar nossa banda
Ele deu boa noite
Era de madrugada
Ele não é da encruza
Não é da calunga
Ele mora na estrada
Santo Antônio mandou
Santo Antônio é quem manda
Santo Antônio mandou
Exu Sete Estradas firmar nossa banda
E quando o galo canta
Seu ponto vai firmar
Com licença de Ogum
E de meu Santo Antônio
Ele vem saravá

Ganga Fundanga

Ganga

A palavra Ganga, na realidade “Nganga” palavra de origem kimbundo significa mágico, feiticeiro ou vidente… Para os angola-congolenses seria a denominação do chefe supremo, seria o mesmo que Tata ou o Grande Alufá… Era denominado com esse nome Ganga, os chefes dos antigos terreiros cabindas.

Fundanga

É instrumento utilizado, em alguns terreiros, no final da Gira de Exu, onde somente pode ser realizada, com a presença do Sacerdote Pai ou Mãe de Santo do Terreiro. Ela é presidida pelas entidades Chefe,  onde o Guardião Seu Tranca Ruas das Almas, juntamente com o Guardião do terreiro, no nosso caso – Seu Sete Estrada, “ativam um espiral, abrindo o portal de uma terceira dimensão”, onde no momento da queima da pólvora, ocorre uma limpeza de todos que participaram da gira. É nesta hora que os Guardiões agem pela misericórdia Divina, buscando onde quer que estejam, os espíritos trevosos obsessores, espíritos e falanges das sombras, chefes e todos os seus comandados, que por ventura estiveram em visita no Terreiro. Toda esta falange é convidada a se retirar, através de um minucioso plano estratégico traçado pelos Guardiões, porque caso contrário, continuam atuando e desestruturando o equilíbrio do local e de seus frequentadores. A massa densa e negativa que envolve a Terra, é fruto de espíritos inferiores que atuam com o auxílio dos que ainda habitam o planeta vibrando negativamente, com pensamentos e atos egoístas, invejosos, ambiciosos e de desamor. Estas atitudes vão contra as Leis Divinas, onde Olorum (Deus todo Poderoso ou Zambi) “gritou” pelo Amor Maior, através de seu filho Perfeito Oxalá (Jesus) que ensinou e demonstrou o Amor em sua forma e ação sublime. É com a autorização e em nome de Oxalá que tão despretensiosamente e caridosamente vêem todo esse exército – Os soldados da Luz – trabalhar em prol dos irmãos necessitados de auxílio e de Luz.

A pólvora é usada como um acelerador de partículas. Através da liberação de gases, acontece o movimento frenético das moléculas de água que compõem o nosso campo magnético, campo esse denominado de aura, energia resultante da queima das células de todo o corpo dirigido pelo cérebro, centro de comando do espírito, energia sutil apenas detectada em fotolitos.

A pólvora em queima, libera seus elementos sutis que interage neste campo liberando o vampirizado do cordão fluídico denso e negativo. Com o movimento frenético das moléculas dá-se o rompimento do mesmo liberando ambos os espíritos para o devido tratamento, acontecendo de forma idêntica com as larvas astrais que como ‘’carrapatos’’ do espírito se desgrudam e se desintegram na corrente elétrica provocada pela queima da pólvora.

Nenhum espírito é queimado pela pólvora. A sensação do mesmo na hora da queima é de um choque elétrico provocando na maioria das vezes um desmaio temporário ou um torpor dos sentidos do espírito inferior.

A pólvora é um elemento material utilizado para vibracionar o campo das energias sutis do corpo, assim como a água fluidificada é carregada de energia para que atue nas células do corpo físico e também igualmente como o passe magnético potencializador dos elétrons que pulam das mãos do médium para o corpo do receptor agindo nas células do corpo físico, fazendo então uma limpeza em todo corpo astral, espiritual e perispiritual do indivíduo assistido.

Portanto, só quem pode manipular, dentro do Terreiro a fundanga é o Chefe Supremo, o Babalorixá, o Sacerdorte com maior cargo dentro daquele espaço, pois a fundanga possui dois efeitos, se não for bem manipulada pode despertar as energias negativas. 

Vídeo: Tony Alves

Fonte: http://exuepombagiranaumbanda.blogspot.com.br/2012/08/fundanga-polvora.html