Cantando a gente se entende

Fotos do evento realizado no último dia 21 de janeiro na cidade do Rio de Janeiro que contou a presença do nosso dirigente Ivo de Carvalho e sua esposa, mãe pequena da nossa tenda, Helenice de Carvalho e com a apresentação do Ogan Tião Casemiro e alguns integrantes da nossa tenda.

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21 de janeiro – CAMPANHA PELA LIBERDADE RELIGIOSA

Irmãos na Fé, amanhã a cidade do Rio de Janeiro será palco de um grande evento – Todos juntos contra a Intolerância Religiosa. Confiram abaixo a programação do dia. 

SEMINÁRIO CAMINHOS PARA LIBERDADE RELIGIOSA

CAMPANHA PELA LIBERDADE RELIGIOSA
CAMINHANDO A GENTE SE ENTENDE

Dia 21 Janeiro 2013 – Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 – Cinelândia

9h30 – Abertura

– Babalawo Ivanir dos Santos- Interlocutor da Comissão De Combate a Intolerância Religiosa
– Representante da Secretária de Estado de Direitos Humanos e Assistência Social
– Representante do Centro Cultural Justiça Federal

10h – Mesa Intolerância Religiosa e Meio Ambiente

– Sergio Besserman – Economista e Ambientalista
– Lara Moutinho – Superintendente de Educação Ambiental/ Coordenadora Geral do Programa Ambiente em Ação
– Phillipe Bandeira de Mello – psicólogo (confirmado)
– Carlos Alberto Muniz – Secretario de Meio Ambiente
– Marilena Mattos – Mediadora – Pedagoga – Dirigente Espiritual da Casa de Claudia / Vice presidente do Muda

11h – Mesa Intolerância Religiosa na Educação

– Padre Gêge – Mediador – paróquia Santa Bernadete
– Daniella Hiche – Representante da Comunidade Bahá’í do Brasil / Membro do Comitê Nacional de Diversidade Religiosa da SDH / Conselheira do Fórum Nacional de Educação em Direitos Humanos
– Ana Paula Miranda – Prof. do Programa de Pós-graduação em Antropologia da UFF / Pesquisadora do INEAC-UFF
– Azoilda Loretto da Trindade – Doutora Professora Universitária
– Mãe Jaciara, filha de mãe Gilda,

12h30 – Lançamento da 2ª edição do livro de fotografias “Caminhando a gente se entende”, produzido e editado pela CCIR

14h – Mesa Formas de combate a intolerância religiosa

–Gustavo Proença, Advogado – Coordenador Técnico do Centro de Referência pela Liberdade Religiosa SUPERDir
– Sheikh Jihad Representante comunidade muçulmano
– Henrique Pessoa (Mediador), Delegado de Policia, prof., da Academia de Policia Civil em Direitos Humanos, representante oficial na CCIR
1– Des. Denise Levy Tredler – Magistrada de carreira no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, representante do Tribunal de Justiça do Est. do RJ no Conselho Estadual dos Direitos Humanos, da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos

15h30 – Apresentação de parâmetros para o Plano nacional de combate a intolerância religiosa

– Ministério da Justiça – representante Dr. Marcelo Veiga
Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, representante João Alves de Souza –
– Luiza Bairros – Ministra-chefe da Seppir
– Ministro-chefe da Secetaria Geral da Presidência (representante)
– Ministra da Cultura (representante)
– Luiza Erundina – Deputada Federal
– Cláudio Nascimento – Superintendente Direitos Individuais, Coletivos e Difusos (SUPERDir)
– Babalawo Ivanir dos Santos – Interlocutor da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR)

17h –  ATO Caminhando a Gente se Entende – Cinelândia

19h – Show de encerramento com Arlindo Cruz  com  abertura de Tião Casemiro e representantes de outras religiões.

Venham! Juntem-se conosco nesse grande evento!

Saiba porque o dia 21 de janeiro se tornou o Dia Contra a Intolerância Religiosa

Conhecendo melhor a Umbanda

É muito difícil escrever sobre a Umbanda, pelo simples fato de que cada terreiro, cada tenda por ser um espaço sagrado é um território diferente uns dos outros. Cada terreiro ou tenda de Umbanda carrega as características de seu dirigente. Uns vestem apenas guarda-pó branco nas giras diárias e baianas em ocasião das festas e homenagens, como é o caso de nossa tenda, outros usam vestes coloridas; uns cultuam os ciganos, outros não. Enfim, cada um espaço de Umbanda é diferente e por isso muito complicado de ser lido e interpretado. Mesmo que eu afirme e ache muito difícil a compreensão de nossa religião, você pode buscar conhecimentos sobre ela, portanto segue a dica de um livro importante para todos os umbandistas, independente do seu terreiro ou de sua tenda.

Se você quiser ampliar seus conhecimentos sobre esta religião, vale a pena ler um dos livros clássicos sobre nossos rituais e doutrina. Escrito pelo Professor Paulo Newton de Almeida, um dos mais completos pesquisadores dessa religião tão difícil de ser compreendida, este livro vai ajudá-lo a diminuir as suas dúvidas em relação, aos Orixás, as entidades, os tratamentos mediúnicos, trabalhos espirituais, etc. 

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O livro pode ser encontrado nas livrarias online, como Siciliano e Saraiva.

Calendário 2013

Já está disponível para nosso amigos da Tenda e seguidores do Blog, o calendário das nossas atividades para este ano de 2013 .

Clique AQUI para conferir.

Mãe Stella do Ilê Axé Opô Afonjá esclarece:

Li esse texto, que foi compartilhado por minha amiga Renata Penajoia, no facebook e o considerei muito esclarecedor. Leiam e reflitam.

Há alguns dias não entrava no facebook e hoje ao novamente acessar, me deparei com uma enxurrada de postagens relacionadas o Orisa regente de 2013… Não vou discorrer o meu pensamento, mas sim, recordar um texto da célebre Mãe Stella, que ilustra sabiamente o aludido tema. Mãe Stella, é verdadeiramente uma sacerdotisa, que com sapiência representa não somente o Opô Afonjá, mas também o Candomblé do Brasil. Meus respeitos a essa filha do caçador, que para mim, é uma espécie de “papisa” do credo africano existente no Brasil.

Aproveitem o magnifico texto de Mãe Stella, sem mais, Opotun Vinicius.

Maria Stella de Azevedo Santos 
Iyalorixá de Ilê Axé Opô Afonjá
Jornal A TARDE 04/01/2012

Este é um artigo que possui objetivo esclarecedor. Tentarei tornar compreensível um assunto que surge todo princípio de ano. A imprensa faz reportagens e as pessoas indagam umas as outras ou perguntam a si mesmas sobre o orixá que influenciará o novo ano que surge. Fazem isso na tentativa de adivinhas o que é preciso ser divinado. Adivinhar é fazer conjecturas sobre um tema usando a intuição, o que todo ser humano pode fazer. Divinar, todavia, é entrar em comunicação com o sagrado, através de rituais guiados por sacerdotes. É claro que todo ser vivo, por possuir uma parcela divina, é capaz de se conectar com os deuses. Mas a utilização de oráculos, os quais fornecem informações mais precisas sobre o destino da comunidade, requer uma preparação especial e um estilo de vida que propicia à intuição inerente a todos apresentar-se de maneira muito mais clara. A intuição se transforma aqui em revelação: quando os véus que encobrem os mistérios são retirados pelos deuses, a fim de que nossa jornada aconteça de uma maneira orientada e, assim, possamos cumprir a tarefa que nos foi legada com o mínimo de percalços possível, o que torna a vida bem mais leve. 

Os leitores acostumados com os artigos que escrevo poderão estranhar a formalidade deste texto. É que “há tempo para tudo”: para contar anedotas, falar poesias, refletir sobre a vida… Esse tema pede seriedade! Faço isso porque creio ser a imprensa o meio ideal para esclarecer assuntos, que só não só melhor comentados por falta de oportunidade e conhecimento. Tendo agora esta oportunidade que me é dada pelo jornal A TARDE, não quero desperdiçá-la. Mesmo tendo eu a consciência de que nada se modifica de um dia para o outro, aproveitarei o momento para tentar fazer com que a população melhor compreenda as respostas do oráculo trazido pelos africanos para o Brasil, esperando que as sementes aqui jogadas possam um dia florescer e dar bons frutos.

A pergunta correta não é qual o orixá que rege o ano e, sim, qual o orixá que rege o ano para aquelas pessoas que cultuam as divindades e estão vinculadas à comunidade em que o jogo de búzios foi utilizado. Se isso não for bem esclarecido e, consequentemente, bem compreendido, parece que todos os sacerdotes erram em suas respostas, uma vez que uma iyalorixá diz que o orixá do ano é Iyemanjá, enquanto outra diz que é Oxum, ou um babalorixá diz que é Oxossi. Mesmo correndo o risco de o texto ficar enfadonho, insistirei em alguns pontos, a fim de elucidá-los melhor. No nosso terreiro, o Ilê Axé Opô Afonjá, o regente do ano 2012 é Xangô. A referida divindade, que se revelou no jogo feito por mim, não esta comandando o mundo inteiro, nem mesmo o Brasil ou a Bahia. Ela é o guia das pessoas que, de uma maneira ou outra (mais profunda – como é o caso dos iniciados; ou mais superficial – os devotos que frequentam a “Casa”), estão vinculadas a mim enquanto iyalorixá, ou ao terreiro em questão.

O leitor, diante dessa explicação, poderá ficar confuso e sentir necessidade de perguntar: “E eu, que não cultuo orixá e não tenho relação com o candomblé, não serei orientado nem protegido por nenhuma divindade?” A resposta é: “Claro que sim! Por aquela que você cultua ou acredita”. Um católico, ou um protestante será guiado pelos ensinamentos de Jesus; um budista, pelas sábias orientações de Buda… Outra pergunta ainda poderá surgir: “E quanto às pessoas que não são religiosas, elas ficarão à toa?”. Não, é claro que não. Essas serão guiadas e orientadas pela natureza, que é a presença concreta do Deus abstrato. Seus instintos, protegidos por suas cabeças e corações, conduzirão suas vidas de modo que seus passos sigam sempre na direção correta. 

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Baluartes da Umbanda

Nosso dirigente admira e agradece àqueles que sempre fazem pela nossa Umbanda como os senhores: Dr. Pedro Miranda e Valdir de Oxalá, que no último evento Ogans em ação, recebeu o título de Patrimônio da Umbanda.

Fotos: Sylvia Arcuri

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Crianças com Oxalá

Terminamos nossas atividades de 2012 no dia 16 de dezembro, com mais uma evento das Crianças com Oxalá. Brincamos, comemos pizza e ainda presenteamos as crianças. Foi um dia de calor, de muita paz e felicidade. A Tenda Espirita Pai Mané de Aruanda agradece cada um que participou do evento, doando o seu tempo e apadrinhando uma criança. Voltamos em 2013 com mais vontade de dedicar à caridade.

Fotos: Sylvia Arcuri

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