TODAS AS GIRAS SUSPENSAS

Amigos e frequentadores da Tenda, cumprimos a determinação do governo e do plano astral. Ficaremos em nossas casas rezando e cantando nossos pontos.

“A nossa fé é a nossa cura, para Deus nada é impossível” Estrela do Oriente e Natanael a frente sempre. 

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Dizer poético da Umbanda – Oxum

Amigos na fé

Não está fácil para ninguém, por isso viemos divulgar o curso do nosso irmão de fé, Michel Indiano.

APRENDA A TOCAR ATABAQUE SEM SAIR DE CASA
Curso “Atabaques Que Tocam 1.0”

VAGAS LIMITADAS POR TURMA

Quartas de 21h as 22h ou
Sábados de 09h as 10h.

Obs. Se você prefere aulas particulares e individualizadas, neste caso, os dias e horários poderão ser combinados.

O curso Atabaques Que Tocam 1.0 é destinado a iniciantes, ou seja, pessoas que nunca tocaram atabaque ou que tem pouco conhecimento sobre o instrumento. O valor do curso é pago apenas uma vez e dá direito a aulas semanais durante os dois meses de curso.

NÃO É NECESSÁRIO TER UM ATABAQUE PARA APRENDER A TOCAR.

VALORES:

R$ 170,00 (até o dia 31/05, preço promocional)

R$ 230,00 (entre 01/06 e 10/06)

R$ 125,00 – AULAS PARTICULARES (mensalidade)

Para maiores informações entre em contato:
(21) 964759686
atabaquesquetocam@gmail.co

Adorei as Almas

Salve todos os pretos-velhos e todas as pretas-velhas.

Ê Luanda, terra da macumba, do batuque e do canjerê. Eu vou chamar vovô, eu vou chamar vovó.

Dizer poético da Umbanda 1

Esse foi o primeiro dizer e começamos com a música composta por Marcos Andrade – Caveira.

Dizer poético da Umbanda 2

Comecei um programa semanal – todas as terças-feiras – declamando alguns pontos, cantigas, músicas (como denomina meu amigo Marcos Andrade) de Umbanda. Como não sei cantar, declamo. Espero que seja bom para todos nós. O primeiro foi na semana passada e o de hoje, segue o link para o Instagram:

Saravá Ogum e sua coroa de lei

Papai é filho de Ogum. Seu Ogum de Malê, quando chegava no terreiro, vinha com potência e muita elegância, aquela própria do Orixá. Ogum é o dono das armas e dos caminhos. Que ele possa ajudar a apontar um caminho de saída para a humanidade, nesse momento delicado e de introspecção individual e coletiva. Deixo os versos poéticos que nosso pai escreveu para o seu Orixá. Salve Ogum! Ogum ê!

As marcas das ferradura do seu cavalo, ilumina a estrada da vida para eu caminhar, Ogum de Malê, tu és cavaleiro, tu vens de Aruanda na fé de Oxalá.

As marcas das ferradura do seu cavalo, ilumina a estrada da vida para eu caminhar, Ogum de Malê, me dê sua lança, me dê sua força, não posso tombar.

Sabedoria de Preto-velho

Sinceramente fio, nega veia se espanta com tanto grito e agitação vinda dos fios dela. Entende que oceis são tudo criança, mas fica espantada como oceis esquece rápido o caminho por onde passaram.
Esqueceram que vieram amarrado em corrente se afogando no mar? E nessa hora que parecia num acabar nunca, o que oceis fazia para ter força de vencer e acreditar que tudo ia passar? Oceis cantava!

Murmurar num resolve, o que resolve é aquieta o pensamento para poder fazer uso do bom senso que Nosso Sinhô deu pros fio. Sunceis que viu tanto fios nasce em meio as dificuldade do todo dia, sempre achavam um jeito de sorrir e cantar, estão perdendo isso?

A riqueza de um quilombo é os fios que vive nele, e oceis tem entre oceis tudo que precisa, tem no Povo de Nega Veia receita e conserto pra tudo, mas se o zoio dos fio teima em oiá pra confusão que o contrario faz, num vai nunca se prepara pra quando tive chance de mudar alguma coisa. As vezes o vespeiro cai de um galho, e os fio cuida de oiá só pra ele, ouvindo o zum zum zum das vespa, sem percebe que tem fogo queimando a mata inteira.

Quando o barulho das ondas era alto e fazia ranger as tábuas do tumbeiro, mais forte era o canto do nosso povo. O que aparecia ser a revolta das águas, era Iemanjá chorando junto e cantando que tudo passa, tudo. Mas a mãe, ela sim tá sempre com os fios porque ela sabe que o que adoece os fio, é o medo!!!

Mãe Conga
Volta Redonda
18 de abril de 2020

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